quinta-feira, 9 de abril de 2009

Para alguns, um dia comum

 

Para nós, quiabo com farofa é dia de festa!
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sábado, 7 de março de 2009

Relato do parto da Letícia.

Relato de parto natural, com peridural e episio.

A Letícia nasceu em Zollikon, Suíça, com 47 cm e 2930 gramas.

Quando completei 39 semanas de gravidez, num domingo, comecei a achar que meu parto demoraria muito para acontecer. Ainda não sentia absolutamente nada: nada de contrações ou dores, de tampão sair, além de que eu sentia a bebê mexer o tempo todo, e forte. Um dia ou dois depois de pensar isso, eu tive a impressão de ter visto o tampão sair, mas não tive certeza pois não veio com sangue, e a secreção, que enchia uma colher de sopa ou mais, veio de uma vez só. Hoje acredito que poderia ter sido o tampão sim, porque na quinta-feira dessa mesma semana, por volta das 11 horas da noite, com 39 semanas e 4 dias, eu senti um líquido escapar de mim, sem que eu pudesse segurar. Fui ao banheiro ver o que era e percebi que até o meu pijama estava molhado. Era um círculo bem pequeno de água, mas poderia ser a bolsa rompida. Voltei para a sala e meu marido estava conversando com a mãe dele pelo Skype, em viva-voz. Como minha sogra já tinha avisado que queria ser avisada só depois que a bebê nascesse, mas não queria saber quando eu entrasse em trabalho de parto (ela fica nervosa), fiquei sem ação, de pé na sala, em frente ao meu marido, esperando ele terminar a ligação e sem poder falar nada. Antes de terminar a ligação ele ainda me perguntou: “o que aconteceu, porque você está parada aí de pé?” E eu: “nada, nada”. Quando ele desligou eu contei o que tinha acontecido, meio descrente e desconfiada ao mesmo tempo, afinal eu achei que era muito pouca água pra ser a bolsa se rompendo. Ligamos para o hospital e mandaram eu ir até lá para ser examinada. Como em meu exame tinha apontado Streptococos Beta positivo, precisaria ficar mais atenta caso a bolsa rompesse, pois tinha necessidade de eu tomar antibiótico durante o trabalho de parto para não contaminar a bebê.

Peguei a minha mala e a da Letícia, que já estavam prontas e fomos para a maternidade. Chegando lá fui examinada primeiro pela Hebamme, que é uma espécie de enfermeira-obstetra. Eu disse que a água que tinha escapado não era muita e só tinha escapado uma única vez. Aí, pelo exame de toque ela disse que acreditava que era alarme falso, mas eu tinha alguma dilatação já, e devíamos esperar pelo exame da médica. Enquanto isso ficamos monitorando o coração da bebê e as contrações. Quando a médica chegou, assim que ela colocou o aparelho em mim (acho que era um bico de pato) , ela disse: é a bolsa mesmo, você não vai mais para casa hoje. Não me lembro o que senti, mas acho que dei um belo suspiro nessa hora, porque eu acreditava que a Letícia ia chegar tarde, perto das 42 semanas e eu nem tinha completado 40 semanas ainda. Nisso meu marido foi até o carro buscar minhas malas. Logo me colocaram o soro para depois colocar a penicilina também. Meu marido foi para casa dormir e eu dormi já no hospital, esperando as contrações aparecerem. A Hebamme havia me oferecido um remédio para dormir que de início eu recusei, mas como ela disse que era importante eu dormir aquela noite, resolvi tomar. Dormi tranquila, mas não um sono pesado e pela primeira vez na gravidez toda eu senti cólica. As cólicas da noite eram levinhas e nada ritmadas. Logo pela manhã meu marido já apareceu para ficar comigo. Tomei café da manhã e comecei a caminhar. Caminhei. Monitoraram batimentos do bebê e contração, e tudo tranquilo ainda. Caminhei mais... almocei... caminhei... monitorei... caminhei... e nada de contrações ritmadas. Deram umas bolinhas de homeopatia para tomar de meia em meia hora (acho que tomei umas 5 vezes), para ter contrações, e nada. Tentaram outro remédio homeopático diferente também para isso. Uma hora pareceu que vinham de 5 em 5 minutos, mas parece que regrediram. Como nos monitoramentos estava sempre tudo bem com a bebê e comigo, demoraram até o fim do dia para decidirem então induzir o parto. Lá pelas 6 horas da tarde a médica disse que eu poderia jantar tranquilamente, sem comer demais, só o suficiente para me sentir bem, para depois disso eu seguir para a sala de parto. Fiz isso: jantei e fui pra sala de parto. Meu marido estava sempre do meu lado. A sala de parto era muito grande e agradável, tinha banheira, aparelho de som para colocar música, cadeira para parto de cócoras, colchão, bola suíça (que aqui na Suíça não tem esse nome! rs) e um pano pendurado no teto que até agora não entendi para que serve. As Hebammes (enfermeiras) todas pelas quais passei eram ótimas! A que me acompanhou no momento em que fui para a sala de parto era uma moça que já era enfermeira havia 7 anos e estava fazendo agora como o “estágio obrigatório” para ser Hebamme. Depois de um tempo já na sala de parto e já sem a penicilina na veia, me colocaram na ocitocina. Foi aí que a “diversão” começou de verdade. A ocitocina era dosada por um computadorzinho, que ficava naquele suporte do soro. Cada vez que a Hebamme aparecia para aumentar a dose eu queria sair correndo. Até certo ponto eu estava ingenuamente acreditando que seguraria a barra sem anestésicos, até a hora que eu disse que estava sendo barra pesada aguentar. Essa mesma Hebamme ofereceu para eu entrar na banheira. Eu aceitei. Parecia uma eternidade o tempo que demorou pra encher a banheira. Tirei a roupa e entrei na água com um aparelhinho para monitorar coração da bebê e contrações sem fio (achei isso chique demais, hahaha). A enfermeira me perguntou qual de umas três essências perfumadas eu queria pra por na água e eu escolhi uma delas. Deu uma aliviada no comecinho, mas como estava bom demais pra ser verdade, aumentaram de novo a dose da ocitocina. Aí nem a banheira resolvia, e o cheiro da essência que eu escolhi já estava enjoando. Não aguentei e comecei a chorar, então pedi anestesia. Meu marido diz que essa foi a única hora que ele ficou nervoso, porque eu chorava de dor e ele não podia fazer nada. Bom, pedi para ele chamar a enfermeira, que não estava na sala de parto nessa hora e dizer que eu tinha decidido pela anestesia. Nesse momento ela conversou comigo, me ofereceu se eu não queria um outro método anestésico antes da peridural e eu mais calma, num intervalo de contração, aceitei. Ela foi consultar a médica e enquanto isso, mais contração. Desisti e pedi de novo pro marido, que já tinha me encorajado a pedir a peridural direto, e ir atras da enfermeira de novo e falar que eu queria era peridural mesmo! Nisso a enfermeira voltou e disse que tinha conversado com a enfermeira chefe que já tinha falado para dar a anestesia direto! Nisso pediram para eu deitar (o que pra mim era péssimo, porque deitada a dor era pior) e o anestesista chegou. Fez todos os procedimentos e começou o alívio. Daí pra frente foi muito tranquilo. Contrações aumentando, eu toda dilatada, deu tempo até de fazer ligação para a família, rs. Minha irmã nem acreditava que eu tava conversando com ela naquela hora. Daí pra frente não lembro as horas nem minutos, mas para mim pareceu muito rápido. A 1h05 da manhã do dia 7 de fevereiro a Letícia nasceu. Com 39 semanas e 6 dias de gestação. A expulsão foi tranquila e os segundos após ela parecem eternos! Primeiro a ansiedade para o primeiro choro e depois uma sensação inacreditável de que aquele bebê que estava na sua barriga agora está no seu colo!

Não me rasparam, não fiz lavagem intestinal mas precisei de episiotomia, porque devo ter perdido um pouco da força com a anestesia, tanto que sentia bem pouco as contrações no final. Logo que ela nasceu já foi pro meu colo. Só depois de um bom tempo foi medida e pesada. O meu marido ajudou o tempo todo, caminhando comigo pelo hospital, empurrando minha cabeça para fazer força, cortou o cordão umbilical e até deu uma mão para a médica na hora de costurar a episio, pegando algo num armário, já que a enfermeira não estava por perto nessa hora. A minha episio foi tranquila e praticamente não doeu depois. Não passei nada além de água para cicatrizar o corte e tenho a impressão que agora com 23 dias do parto ela esteja praticamente sarada. Depois do nascimento da Letícia fiquei 5 dias no hospital, para aprender tudo o que era preciso. Isso foi muito bom para mim porque quando cheguei em casa já estava segura para trocar, dar banho e amamentar. Tive uma orientação muito boa na maternidade e nem tive tempo de ter dúvidas, porque me respondiam antes mesmo de eu precisar perguntar, sem falar que recebi um manualzinho de instruções, rs. Agora tenho a ajuda da minha mãe, que também está sendo muito importante nesses primeiros dias, pois acho que sem ela eu estaria bem mais cansada, sem falar que a companhia dela me faz ter mais ânimo para sair. Isso também tem sido muito importante para mim pois se estivesse sozinha, durante a semana seria difícil eu me animar tanto para sair de casa. Com 23 dias minha filha já foi em casamento, aniversário, restaurantes, shopping center, supermercado, viajou, passeou de ônibus, trem e até bonde! Por isso eu digo para quem não teve bebê ainda: aceitem a ajuda de pessoas de confiança, porque por mais que se dê conta do recado, uma simples companhia ou conselho nessas horas também pode ser essencial!

sábado, 13 de setembro de 2008

Espanha

Tem fotinhos da viagem (Madri e Toledo) no meu álbum do Picasa. Ainda estão sem legendas. Mas pretendo colocar (vamos ver :P).

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Há!

Aqui tem brasileiro às pencas. Não imaginava que fossem tantos. Tanto que o comentário em casa é que não dá pra ter privacidade nessa terra que, além de ser cheia de brasileiros, é cheia de portugueses e suíços que falam português.

Outro dia esperando o bus, eu e o marido estávamos no maior papo, falando de comidas e viagens, falando da viagem de um amigo dele e planejando a que faremos na semana que vem (depois conto como foi nossa viagem aqui no brógui). O bus chegou e parou, pois é o ponto final. Entramos e logo atrás do nosso banco senta uma mulher sozinha. O ônibus vazio e silencioso, e ela estratégicamente atrás de nós dois. Fora nossa conversa em voz alta, mais nenhum ruído. Uns minutinhos depois de sentar, uma música começa a tocar e nós paramos de falar. A mulher lá atrás atende o telefone, e o Mario ouve claramente que do outro lado do celular estão falando português. E a mulher, num alemão monossilábico responde: "Ja", "genau". Depois de mais duas ou três palavras soltas que não formavam uma frase em alemão, um resmungo, bem entre dentes, bem baixinho: tô aqui... uhum. Depois disso, mais duas ou três palavras de confirmação soltas em alemão, e claramente constrangida, um "ciao".

Ou ela estava interessada na nossa conversa e ficou com vergonha de ser descoberta brasileira, ou... bom, a outra opção era tão improvável que esqueci antes mesmo de escrever (dã). Eu chuto com força que ela estava curiosinha.

domingo, 24 de agosto de 2008

Já em casa.

Já faz uns dias que mudamos definitivamente pro nosso apê. Tá vaziozinho ainda, mas estamos equipando. Por enquanto o que recebeu mais atenção foi a cozinha. Hoje fiz um feijãozinho com arroz pra comemorar, que ficou com muito jeito de comida brasileira, mesmo com ingredientes comprados aqui. :)

Ah, eu e o Mario descobrimos que não suportamos mais o Ikea, mas é um mal necessário. Tirando as coisas muito especificamente decorativas, há outras que valem muito a pena. Por isso ainda vamos necessariamente fazer mais umas viagens até a lojinha sueca. :S

Hoje, domingo fresco e de sol, batemos um pouco de perna pelas redondezas. Muitos bosques, muito campo e muita vista. Olha aí:





segunda-feira, 11 de agosto de 2008

O mundo é bão, Sebastião.

A menor criminalidade é uma das coisas que me motivam morar Suíça, longe da minha casa. Mas ainda estou longe do paraíso.

Já temos um apto nosso, alugado em uma vila residencial, mas ainda faltam as mobílias. Enquanto não acertamos certos detalhes para a mudança, estamos vivendo bem no centro de Zurique, em um apto mobiliado, perto de ruas cheias de prostituição e venda de drogas.

Pelos jornais ficamos sabendo que as coisas ruins aconteciam por aqui. E nesse sábado, dia da Street Parade, presenciamos algo. Estávamos na cozinha e por volta de meia noite ouvimos gritos. Procurando de onde vinha aquilo vimos da janela da sala que uma briga (ou ataque?) aconteceu na Militärstrasse, na rua em frente ao prédio. O que eu vi foi somente o seguinte: um indivíduo socando a cabeça de uma menina, e ambos não tinham muito mais que 18/20 anos de idade. Ele sumiu de vista por um tempo, enquanto isso a menina ficou como catatônica, olhando fixo para frente. Fez que ia cair, mas os amigos dela (devia estar em 3 ou 4) a levantaram e colocaram ela encostada nas grades e no muro, enquanto falavam com ela. Em poucos minutos o mesmo indivíduo volta e tenta atacar ela de novo, mas mudou e partiu para cima de outro rapaz que estava por ali, e socou a cabeça dele, da mesma maneira. E foi embora.

Enquanto isso estávamos tentando ligar para polícia. O Mario conseguiu, gastou o alemão num momento estressante mas não vimos aparecer polícia nenhuma. E a turma foi embora, andando. Inclusive os dois que vimos apanhar. Não sabemos o que aconteceu com a polícia, porque não apareceu. E porque o grupo não ficou e pediu socorro?

Ontem, domingo a noite, vejo pela janela do meu quarto luzes de lanternas. Fui espiar e eram dois policiais buscando algo no beco onde fica a entrada do prédio que estou e de mais um.

Sei que as coisas são melhores por aqui nesse sentido, é perceptível. Tenho andado diariamente nessa região faz um mês e esse foi o primeiro incidente violento que presenciei. Não cheguei ao nível de pânico que temos ao andar em lugares perigosos no Brasil, mas depois disso não deixei de sentir muita tristeza.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Neue Wohnung!


Muito tempo desde o último post e muitas novidades. Depois de meses no Brasil, dia 19 de julho desse ano (2008), voltei para Suíça. O marido veio antes, pois o visto dele sairia mais rápido.

Estamos temporariamente num apto. no centro da little big city, mas hoje pegamos as chaves do nosso apê! Ele fica em Benglen, cerca de 30-40 minutos de transporte público da região central de Zurique. De carro esse tempo cai pela metade. Tem muito verde por lá. É uma verdadeira floresta em volta dos edifícios. Os apartamentos e jardins estão todos floridos (e cheios de abelhas!) Além disso o caminho vindo do centro é lindo. Por ser um lugar alto dá pra se ter uma vista muito bonita. De cima vemos o Greifensee. Imagino no inverno, tudo branquinho, branquinho.



Vista da janela da cozinha. Vejo ovelhinas!


O jardim do vizinho debaixo. Uma belezura! :D

O prédio, e o ap. dentro do círculo fininho.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Flashes de final de ano

Natal e Ano Novo em família. Sem muitas explicações, aqui vão os flashes do final do ano de 2007.

Praça em frente ao hotel Palace - Poços de Caldas.

Recanto Japonês - Poços

No Katarino, em Poços, tem Reveillon toda quinta-feira. Aliás, sentamos no restaurante e logo levantamos, depois de o garçon sugerir que seria difícil a gente ser atendido.

Vista (11, hehehe) - Pier em Caconde.


Praia - Centro de Ubatuba.

Centro de Ubatuba, sorveteria ao fundo.


Perequê-mirim, Ubatuba. Oásis no meio de um monte de praias lotadíssimas.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Um pouquinho de Dublin - Irlanda

Esse fim de semana passamos em Dublin. Fizemos um roteiro super-básico e o resultado final foi muita vontade de voltar para lá!

Momento de degustar uma Guinness, depois da visita a fabrica da cerveja. Vista da cidade de Dublin.

Chegamos sexta-feira a noite e umas das primeiras coisas que fizemos foi jantar. Por sorte conseguimos um restaurante sem ter feito reserva. Pedimos um prato que anunciavam ser típico irlandês (carne bovina com molho a base de Guinness) acompanhado de batatas cozidas. Embora não estivesse mal, esperávamos que algo nos surpreendesse, mas o prato parecia um simples ensopadão com cerveja preta, daqueles que se faz com carne de segunda na panela de pressão. Pelo menos matamos a fome. :)

O plano era ir para um pub logo em seguida (claro!), mas depois de jantarmos, tomarmos a primeira Guinness na Irlanda e ter batido um pouco de perna pelo Temple Bar (bairro onde se concentra a maioria dos pubs), voltamos para o albergue e fomos dormir.

Rua do Temple Bar, em um domingo de manhã.

O primeiro programa do sábado de manhã foi visitar a Cervejaria da Guinness. O passeio vale a pena. É divertido e cheio de informações interessantes sobre a cervejaria. Acredito que agrada a todo mundo, desde de quem procura só por cerveja até a quem procura por museus e história.

Frase dentro da cervejaria. Arthur Guinness transformou a cevada em ouro!

Não conseguimos visitar a Catedral de St. Patrick porque justo nesse sábado ela estava fechada. Mas visitamos a Igreja de Jesus Cristo, protestante, e a cripta que tem no subsolo dela. Resumindo: uma igreja imponente, havia música de órgão durante a nossa visita (gosto desse som, me lembra filmes de fantasma), e a cripta possuía objetos sacros antigos e cheios de história.

Visitamos ainda o Castelo de Dublin, onde atualmente funciona a sede de governo da Irlanda. Outro programa bacana. A visita só é possível com guia. Mais muita história.

Dentro do Castelo de Dublin. A guia falava do teto do Castelo, que foi reformado. Onde hoje estão os lustres de cristal, antigamente eram domos abertos, para iluminar o interior do prédio.

O'Conneal Street.

Mario, em frente a uma das famosas portas coloridas de Dublin, que são usadas para identificar as casas onde não tem numeração.

O legal da Irlanda é que o povo sabe vender bem o próprio peixe. Os souvenirs são muito simpáticos. Eu particularmente acho a cultura celta muito interessante. A Guinness então, há um bocado de anos (centenas) já sabe o que é fazer um bom marketing.

Foi uma visita brevíssima se comparada a minha gana e a do Mario de conhecer coisas na Irlanda. Já temos planos para uma viagem de pelo menos uma semana, onde pegaremos um carro e passearemos mais para o interior da ilha.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Expo Vina

Mario, entre os navios da Expo Vina.

Eu, comendo uma tortinha de queijo na Expo Vina.

Sábado eu e o Mario passamos a tarde na Expo Vina, feira de vinhos que ocorre todos os anos aqui na cidade de Zurique. Os expositores são representantes de venda de vinhos do mundo inteiro na Suíça. A feira acontece em 8 barcos (mais dois barcos só de restaurante), dentro dos quais ficam os vários expositores. Você paga pela entrada CHF 20,- (vinte francos, o que hoje seria um pouco mais de 30 reais) e pode degustar a vontade.

Experimentamos muitos vinhos, entre eles gregos, italianos e suíços, mas principalmente vários Camenerès chilenos, o nosso preferido.

Os que provamos estão devidamente anotados no prático livrinho (de mais de 260 páginas) que recebemos na entrada da feira e que lista todos os vinhos segundo os expositores, assim como endereço e telefones destes. As encomendas geralmente se fazem por telefone e as entregas são postais.